Uma das gratas alegrias ao longo da minha experiência apostólica em Petrópolis, foi a de participar vários anos da festa de São Martinho de Tours, organizada por uma amiga alemã no Quitandinha. Essa minha amiga cismou que por eu ter o mesmo nome do grande santo, devia sempre apresentar um teatrinho, para que mais pessoas conhecessem a sua história. No ano de 2016 resolvi ler a Vida de Martinho, escrita por Sulpício Severo , quando o santo ainda era vivo. De fato, esta obra é uma raridade, por ter sido a primeira escrita de um santo que não foi mártir. Martinho, depois da sua edificante conversão, na qual reconhece Jesus na figura de um mendigo, com o qual divide o manto, se coloca ao serviço da Igreja, primeiro como missionário leigo, depois como exorcista, clérigo, monge e bispo. A segunda leitura do Ofício, no dia da sua festa (11 de novembro) é belíssima. O retrata já ancião, já no leito de morte. Os monges, porém, pedem ao santo que não os deixe, pois ainda precisa...
Este Blog quiere hacer eco al llamado del Apóstol a una reconciliación con Dios (Ver 2Cor 5,10). A partir de mi testimonio personal, mi idea es compartir con ustedes, de manera muy libre, semillas de esa reconciliación (y de la nostalgia que tenemos de ella), en la experiencia humana, iluminada por la Fé: en las Sagradas Escrituras, en el Magisterio de la Iglesia, en la literatura, en el arte, en la cultura, en nuestras relaciones con los demás.